Agora eu quero ouvir a voz dos
desolados,
sem alma,
Que vivem o que lhes resta aos poucos...
Dando um passo à frente e vinte e um para trás
Pela destreza e coragem,
quero ouvir gritos de libertação
E quero que a liberdade
seja mais que uma bomba em nossas mãos...
Me olho no espelho, e posso te ver em mim: somos iguais
Em segredo, aprendizes da vitória que, em nós, foi capaz
De abrir os olhos e entender
Esta história é escrita por mim... por você!
Agora eu quero ouvir os nossos mitos,
construídos, outra vez desmentidos,
Braços abertos em um hino de paz...
Quero apenas ser jovem,
sentir a luz que envolve o teu olhar de irmã
E se há algo dentro de mim, clamando por um novo e bom
começo,
tenha coragem de me deixar para trás.
Me olho no espelho, e posso te ver em mim:
somos iguais
Em segredo, aprendizes da vitória que, em nós, foi capaz
De abrir os olhos e entender
Esta história é escrita por mim... por você!
Agora.
Um poema com amor para : Ana Gabriela
Skarlath.


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